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Falamos com Andreza, do Achei no Pão, sobre empreender em NL





Procuramos Andreza do "Achei no Pão", uma jovem empreendedora de 22 anos. Ela tem alguns meses de negócios e já vem fazendo certo sucesso com muita batalha e conjuntamente seu marido. Mas há obstáculos que são intrínsecos ao negócio. Andreza sabe disso e topo falar com o Sempre acerca destes fatos. Leia:


1) Primeiramente agradecemos por você contribuir com o Sempre Nova Lima. Mas, Andreza, conte um pouco da sua história de vida, algo como sua idade, se nasceu em Nova Lima, se já é formada.

R: Bom, Tenho 22 anos, nasci em Nova Lima, sou casada e tenho uma filha de um ano. Me formei esse ano em Administração pela universidade Pitágoras. Já trabalhei na área financeira de uma empresa de transportes da cidade e também na área bancária, onde aprendi muitas coisas que me ajudam no meu negócio hoje.


2) Como criou o seu empreendimento? Explique mais sobre ele.

R: Sempre li e estudei muito sobre o que está acontecendo no mercado financeiro e empreendedor. Ao final do meu estágio, comecei a buscar um empreendimento no ramo de franquias, pois é um área que está cada vez mais consolidada e que te dá suporte para você começar a empreender. 

Assim em uma das minha pesquisas encontrei a Achei no Pão, que é uma empresa especialista em publicidade em sacos de pão. Comecei assim a estudar essa área da publicidade, que é considerada uma mídia de grande abrangência e conceito sustentável, simples e eficiente, que transformou a embalagem do item mais consumido pelos brasileiros em uma ferramenta de marketing diferenciada, com custo baixo, retorno certo e amigo da natureza. 

E assim fui me aprofundando e reconhecendo na cidade a necessidade de novas mídias de divulgação. Por isso escolhi a franquia Achei no Pão, que está no mercado desde 2012, tendo mais de 150 franquiados no país. Sendo também premiada pelo Qualit Brasil, que premia as empresas que se destacam em qualidade dos serviços prestados, em 2014 e em 2016.

3) Empreender muitas vezes é ultrapassar obstáculos, que são inerentes a este processo. Quais foram os primeiros obstáculos enfrentados?

R: Os obstáculos são inevitáveis em todas as áreas da vida, no empreendedorismo não é diferente. Nossos primeiros obstáculos foi a aceitação inicial, por meio dos comerciantes e empresários da cidade, por se tratar de uma nova forma de divulgação em um cidade relativamente pequena, que contava com formas de divulgação já existente há muito tempo. Além também da crise econômica que o pais enfrenta, que muita vezes dificulta o investimento em publicidade.

4) Na sua opinião, o que Nova Lima precisa melhorar para aprimorar e dar maiores chances para que os empresários possam investir mais e consequentemente ter maiores sucessos?

R: Nova Lima deveria trabalhar a promoção do empreendedorismo, através de feiras, palestras, fóruns, sobre o assunto, incentivando e orientando os jovens e também os adultos, em parceria com o SEBRAE.


5) Você iniciou seu negócio em plena recessão por qual passa o Brasil. Nova Lima não foi diferente, com a queda da receita da Prefeitura e também com o desemprego, o comércio sentiu o tombo da nossa economia. Como é enfrentar esse período? Principalmente para você que iniciou em pleno furacão.

R: Sim iniciamos no meio do furação, foi bem difícil e tivemos que adaptar nosso planejamento, pois as coisas aconteceram mais devagar do que esperávamos. Assim buscamos oferecer para os comerciantes e empresários da cidade uma relação de parceria, para enfrentarmos juntos essa situação, logo que eles não podiam parar de divulgar suas lojas e serviços, pois quem não é visto não é lembrado, a gente estava ali precisando ganhar o mercado e confiança dos mesmos nessa nova forma de divulgação.

6) É claro que empreender não são apenas ônus, há o bônus também. Claro que o bônus para quem trabalha com vendas é obviamente vender. Mas além da venda, o que te deixa mais satisfeita neste processo?

R: As relações estabelecidas, as trocas de experiências com cada cliente nosso que também vive questões como a nossas de vendas, planejamentos, economia, entre outras coisas.

7) Há alguém em especial que você queira agradecer por ter ajudado no seu negócio?

R: Sim meu marido e sócio, pois o inicioé muito difícil, principalmente o início em meio a uma crise na economia e na política da cidade. É preciso alguém do nosso lado para nos apoiar, nos incentivar a recomeçar após cada expectativa frustrada e no meu caso foi ele.

8) Envie uma mensagem de apoio para todos os empreendedores e startups nova-limenses.


R: Empreender é muito mais difícil do que as pessoas julgam, apenas quem está nesse processo sabe as peculiaridades e as abdicações que se tem que fazer para que realmente se obtenha o resultado esperado. Não desista, pois todos os grandes empresários começaram assim, fazendo abdicações, lutando contra a corrente, se reinventando a cada novo obstáculo, e planejando cada novo passo.   

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