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Governo responde com força, mas greve não acaba




Mesmo com o governo reagindo com força e enviando tropas federais para conseguir acabar com a greve dos caminhoneiros, os manifestantes se mantém com toda estrutura e não escoam a produção para os seus devidos locais.

Grandes cidades do país já estão quase sem combustível. Belo Horizonte quase 90% dos postos estão na seca. Prateleiras de mantimentos estão quase no fim. Os grandes hospitais estão começando a ficar sem insumos para atendimento de pacientes.

Nova Lima não tem combustível e ainda começa a observar o não reabastecimento de carnes, remédios e muito mais. A cidade viveu um nó entre quinta e sexta-feira, dias 24 e 25, com pessoas procurando gasolina, etanol e diesel.

O governo ainda adotou novas medidas: multa para transportadoras que não voltarem a trabalhar, já que entendem que não se trata de uma greve e sim de um locaute, quando os empresários dão ciência ao movimento dos trabalhadores. A multa chega a R$100 mil por hora; e, ainda, a Polícia Federal pode pedir a prisão destes empresários.

Mesmo assim, os caminhoneiros não estão se movimentando. Até agora, 45% das obstruções nas estradas federais foram retiradas. O Governo ainda decretou uma Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e mobilizou o Exército para garantir os transportes.

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